quinta-feira, 24 de setembro de 2009

"Significado dos Sentimentos"


Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do Sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não… Amor é um exagero… também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.


(Mario Prata)

Perfil de "๑۩۞۩๑ Damasio Coutinho ๑۩۞۩๑"

"Uma prévia descrição da minha pessoa..." 

A complexidade do ser humano é tão grande que seria até uma ousadia colocar uma precisa descrição aqui. Partindo do ponto “até onde eu meu conheço”, serei razoável. Ainda acredito que nasci na época errada. Tento me conhecer, e aprendo a desconhecer as pessoas. Ou elas mesmas se encarregam disso. E por vezes, chega a dar náuseas como seres humanos são capazes de agir. Medo do novo, repulsa pela mesmice. Sim, inconstância, tenho ela em mim. Costumo oscilar por extremos. Costumo misturar os extremos (misturar a minha vida, a tua...). Amo ou odeio, e não preciso de muito para segunda opção, acredite. Fórmula bem prática para evitar decepções que se repetem. Perco o chão, perco a hora, perco palavras... Mas o amor próprio, esse não se perde mais. Ainda perco o tempo, a diferença é que agora é comigo. Medo de dormir, prefiro sonhar acordado. Já acreditei no “pra sempre”, mas hoje em dia o “que seja eterno enquanto dure” parece ser bem mais confiável. Confiança. Dura até ser quebrada. A descrição aqui é nova, o momento é novo, e a vida também é nova. Pés bem mais fincados no chão, imaginação mais solta do que nunca. Águas geladas pra trás, coração quente seguindo adiante. Ele cai, ele quebra... Mas a capacidade com que ele se ergue quando tudo parece ter virado pó chega a surpreender. Bem mais forte do que vc imagina. Bem mais feliz do que vc pensa. E agora é por mérito próprio. Coisas e pessoas banais, desnecessárias, ficaram na última estação. Pessoas-situações medíocres esquecidas (aleluia). O critério da seletividade agora é forte. Tenho medo de pessoas, e uma dessas pessoas se chama “eu”. Gosto de me desconhecer quando é preciso. Gosto de sempre aprender a diferença entre o ser e o demonstrar ser. Gosto dos dois lados da moeda, e gosto mais ainda de me esbaldar de rir da hipocrisia de algumas pessoas que vejo por ai (que passaram por ai, por aqui...). Não vivi tudo o que desejo, mas com certeza bem mais do que vc. vc que estás ai, levando essa vida aparentemente perfeita. vc, que vives de formalidades e convenções. A bagagem é cheia, mas os objetos desnecessários ficaram para trás. Ultimamente ando abusando de muita coisa que acontece, que aparece, e de pessoas, inclusive. O botãozinho “on/off” está sendo bem rápido no gatilho nessas horas. Amigo da insônia que teimo em ter. Aprecio os mistérios da vida e da morte. Falo só,pé na estrada, cabeça na lua. Viagens, saídas de rotina, aventuras, lápis e papel, um bom vinho, são bem vindos. Talvez, mais normal do que pareço...
 
๑۩۞۩๑ Dam Coutinho ๑۩۞۩๑

"SOL"

Ei, dor! Eu não te escuto mais Você não me leva a nada Ei, medo! Eu não te escuto mais Você não me leva a nada... E se quiser saber Pra onde eu vou Pra onde tenha Sol É pra lá que eu vou... Ei, dor! Eu não te escuto mais Você não me leva a nada Ei, medo! Eu não te escuto mais Você não me leva a nada... E se quiser saber Pra onde eu vou Pra onde tenha Sol É pra lá que eu vou É pra lá que eu vou... E se quiser saber Pra onde eu vou Pra onde tenha Sol É pra lá que eu vou... Yeah! Han! Caminho do Sol, eh! Lá lararará! Caminho do Sol, eh!... E se quiser saber Pra onde eu vou Pra onde tenha Sol É pra lá que eu vou... E se quiser saber Pra onde eu vou Pra onde tenha Sol É pra lá que eu vou É pra lá que eu vou... Lá lararará, lararará É pra lá É pra lá que eu vou Lá lararará, lararará Aonde eu vou? Aonde tenha Sol É pra lá que eu vou Lá lararará, lararará É pra lá É pra lá que eu vou Lá lararará, lararará É pra lá que eu vou É pra lá que eu vou Lá lararará, lararará...